12/02/21

Dá para ser feliz sozinha?
Dicas para quem está à procura (ou não) de um amor

A gente conversou com uma especialista sobre o assunto, vem ver!
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Uma vez solteira, sempre insegura? Levanta a mão aí quem nunca na vida achou que ia ficar sozinha para sempre. Esse é um portal para noivas, mas sabemos que recebemos a visita de milhares de mulheres solteiras que também sonham em um dia subir ao altar.Mas, será mesmo que a gente precisa desse sonho para ser feliz?

Dia 14 de fevereiro é o dia do amor e queremos falar sobre a relação que temos com nós mesmas. Vem conferir a conversa que tivemos com uma psicóloga sobre autoestima, solidão, expectativa e claro, o amor! 
 Brooke Cagle


Nós sabemos. A sua melhor amiga vai casar e você não tem ninguém para chamar um acompanhante. O que seria algo super divertido vira uma preocupação, afinal, você vai encontrar todas as amigas por lá. 

O constrangimento fica até maior quando alguém sugere que você entre com um primo não sei da onde e a outra amiga já organiza um lugar na mesa para um reencontro com um antigo crush da faculdade. 

Essa história é hipotética, mas poderia muito bem ser real. Vamos supor que essa madrinha aflita se chama Bia. Antes que essa preocupação vire uma ansiedade, será que a Bia parou para pensar se realmente ela gostaria de estar acompanhada no casamento? Ou será que está pensando na comparação com as demais madrinhas? 

É essa a questão principal da matéria de hoje. Claro que adoramos quando estamos apaixonadas, vivendo uma história memorável, mas a vida não se resume a isso. Aliás, a solidão faz parte da experiência humana. Segundo o psicanalista Christian Dunker, em seu livro "Reinvenção da intimidade", existe uma solidão que é considerada positiva:

"A solidão benéfica nunca se estrutura em torno do Eu não preciso do outro. É justamente quando me dou conta de que preciso do outro, mas não absolutamente, que a solidão se torna um espaço criativo. Ou seja, nesse momento ela deixa de ser sentida como experiência deficitária".

"Solidão benéfica é solidão reconhecida. Cultivo da solidão é o cultivo do Outro que nos habita".


Omar Lopez
Omar Lopez

Dicas para quem está à procura (ou não) de um amor

Aproveitamos o Dia de São Valentim para trazer uma conversa um pouco mais profunda. Como se fossemos amigas conselheiras da madrinha Bia, durante a festa de casamento de sua amiga. E o papo não vai ser só de amiga não: pedimos a opinião da psicóloga Marília Fernandes.



@holliver

@whynottogoforit
@holliver | @whynottogoforit


1. O sentimento de separação

Ela acrescenta ainda que somos seres sociais, precisamos do contato com o outro, com o coletivo.
Digamos que antes de receber o convite para ser madrinha de casamento, Bia havia terminado um namoro recentemente.

Nesse período sofrera aquela profusão de sentimentos que se tem após uma perda. Até chegou a confessar para a noiva, que, com as melhores intenções, pediu para que ela superasse e seguisse em frente. 

Mas será possível, assim tão rápido?

Na nossa conversa com a psicóloga, Marília conta que o sentimento de perda após a separação é semelhante à perda que temos durante a infância, depois de termos todo aquele contato maternal, com os olhares e cuidados da mãe (ou cuidador) apenas para nós. 

Quando o outro se afasta, a nossa reação, ainda que inconscientemente, é como se fosse um abalo em perceber que há vida além de nós, de que o outro existe de maneira independente. 


@daiga_ellaby
@daiga_ellaby  

2. Amor à primeira vista

Naquela conversa com a noiva, Bia relembra os bons momentos que passou com aquele namorado, aquele início incrível e especial  e que depois se decepcionou verdadeiramente.

"Quando a gente está apaixonada, a gente não vê mesmo, amiga!"


Será que esse conselho da noiva é verdadeiro?


Para Marília, a nossa madrinha poderia mesmo não estar vendo a realidade. Segundo ela, quando estamos naquele início do amor, aquela fase gostosa, em que estamos verdadeiramente dispostos e encantados com o outro e com aquela novidade. 

Tanto ela quando o antigo namorado, estavam na mesma sintonia, como se ela estivesse vendo um espelho. 

Depois desse período, começamos a conhecer a outra pessoa, e aí surge a diferença. É como se fosse um estranhamento inicial. 

"Nossa, ele gosta disso, faz aquilo". Somos indivíduos diversos, e aqui não é algo negativo. Pois, quando conhecemos essa nova visão, é possível que essa surpresa seja positiva e passamos a viver em conjunto. 

Ou não. E tudo bem. Essa é a vida.

Como Marília comentou: "Imagina se fossemos todos igual? Não seria um tédio?"

Achamos que a Bia concordaria! 


@justin_groep

3, O que eu vou fazer a partir disso?

Voltamos à cena de Bia antes do casamento. Ela acabou de comentar com as outras amigas sobre o convite. Em meio à toda aquela conversa, sentimentos confusos, ansiedade, alegria, insegurança, Bia ainda não sabe o que fazer.

O que você diria para ela? Qual será a ação que ela deveria tomar?


Isso não é um roteiro da Netflix, mas bem que poderíamos fazer uma cena da Bia falando ao telefone dizendo que ia sozinha e bem PLENA, ok?

Ou uma Bia mais receosa, mas aceitando o convite do primo da noiva que acaba de voltar de um intercâmbio. Pelo menos ela sabe que ele gosta de viajar, já dá para puxar um assunto, né?

Ou talvez dizer que vai sozinha mesmo e vai pensar SE concorda em aceitar ficar ao lado do crush da faculdade. Ainda precisa antes dar uma stalkeada nas redes para ver como ele está depois de todos esses anos.



Alesia Kazantceva


Para a psicóloga, entre todas as possibilidades, não existe uma certa ou errada. São decisões. E tudo bem.

O importante é que Bia, diante desse momento, desse sentimento que surgiu após o convite, ela reflita se quer ir sozinha ou não. O que ela sentiu nessa ligação? 

Se ela se sentiu insegura, seria interessante ela olhar para esse sentimento, de forma acolhedora, sem julgamentos, sobre o porquê eu fiquei assim?

Pois se não sentisse nada, iria passar batido, não ia entrar em questionamentos. Uma maneira saudável de lidar com isso é tentar pensar: e agora? É isso mesmo? Eu quero encontrar alguém, casar, e ter esse mesmo sonho como a minha amiga?

Talvez Bia perceba que também quer esse momento na vida dela. E tudo bem.

Talvez ela perceba que não tem nada a ver, e ela quer mesmo só curtir a festa com as amigas e voltar para a rotina dela que está ótima. 

Talvez ela não havia parado para pensar em nada disso e agora apareceu um oportunidade. Do tipo: e eu? O que eu quero?

independentemente das decisões, é importante que a Bia não caia no imperativo. Seja em querer um casamento como o da amiga, ou precisar ser feliz sozinha. 


Genessa Panainte
Seja qual for a decisão de Bia, nós queremos que ela curta esse momento tão especial com as amigas!

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Agradecemos à psicóloga Marília Querino Fernandes por todo o apoio e gentileza com a equipe Mariée!

@mariliaquerinofernandes



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# casamento # Comportamento # vou ficar sozinha para sempre # vou ser madrinha e agora
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